Caipira de Gravata
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Tom: B

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G#|0-8-8-8-7-7-7-5-5-5-3-3-3-1-1-1-0-0-0-3-3-3-1----| (1)
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(1) Um tanto obeso e até meio leso da vida urbana sou mais uma vítima
(2) Bem representado eu pareço um fardo, todo engravatado, uma besta legitima
(3) Até minha mulher não sabe o que quer, tem sarapatel na massa encefálica
(4) Vive inquieta fazendo dieta, pois a sua meta é ficar esquálida

(1) Vivo no sufoco o que eu ganho é pouco com ares de louco em um escritório
(2) Não me sobra grana, nem como banana pra não jogar fora o seu envoltório
(3) Eu não sou otário, nem sou perdulário, mais ou meu salário é tão irrisório
(4) Eu nem tenho nome pra essa minha fome, ainda vem o homem com o tal compulsório 

(1) Sem era nem beira marcando bobeira vive um funcionário alegre simpático
(2) Quem vê o sujeito, feliz desse jeito, tem nele um suspeito de estar lunático
(3) A final de contas é uma afronta o cabeça tonta bancar o chiquérrimo
(4) Não tem cabimento nem da pro sustento o seu vencimento mirrado magérrimo 

(1) Hoje me invade uma grande saudade da simplicidade da vida agrícola
(2) Eu era feliz caçava perdiz, comia raiz, era quase um selvícola
(3) Quem vem pra cidade só por vaidade arrepende mais tarde é fato verídico
(4) Por essa manobra padece de sobra, da rasteira em cobra, e cai no ridículo

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Não suporto mais eu quero voltar pra Minas Gerais

Colaboração: Igor Basso
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